domingo , 24 setembro 2017
Home / Destaque / ILHÉUS, 483 ANOS DE HISTÓRIA E CONQUISTAS. Uma saudação a Terras do Sem Fim. PARABÉNS ILHÉUS!

ILHÉUS, 483 ANOS DE HISTÓRIA E CONQUISTAS. Uma saudação a Terras do Sem Fim. PARABÉNS ILHÉUS!

ILHÉUS, 483 ANOS DE HISTÓRIA E CONQUISTAS. Uma saudação a Terras do Sem Fim. PARABÉNS ILHÉUS!

Ilhéus completa hoje, 28 de junho de 2017, 483 anos de fundação. Ilhéus foi fundada em 1536 como “Vila de São Jorge dos Ilheos”, e elevada a cidade em 1881.[1] É conhecida por ambientar os romances de Jorge Amado, famoso escritor baiano, como Gabriela, Cravo e CanelaTerras do Sem Fim e Capitães da Areia. É considerada a capital do cacau e denominada por seus habitantes como a “Princesinha do Sul”. Sua economia baseia-se na agriculturaturismo e indústrias. Já foi o primeiro produtor de cacau do mundo, mas, depois da enfermidade conhecida como vassoura-de-bruxa, que infestou as plantações, reduziu consideravelmente a sua produção. Conhecida também como “IOS”, sigla que respeita a grafia antiga do nome da cidade, “São Jorge dos Ilheos”, que é utilizada nos bilhetes de transporte aéreo.

Está entre as sete cidades mais populosas da Bahia (após SalvadorFeira de SantanaVitória da ConquistaCamaçariItabuna e Juazeiro). É a cidade com o mais extenso litoral entre os municípios do estado.

Possui um produto interno bruto per capita que ultrapassa os 12 000 reais. Abriga um importante polo de informática do Estado, além de ser centro regional de serviços junto com Itabuna. Sedia o Aeroporto Jorge Amado, que é portão de entrada para destinos muito procurados, como ItacaréCanavieirasIlha de Comandatuba, Itabuna e a própria cidade de Ilhéus.

História

Por volta do ano 1000, as tribos indígenas tapuias que habitavam a região foram expulsas para o interior do continente devido à chegada de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros portugueses à região, a mesma era habitada pela tribo tupi dos tupiniquins.[8]

No século XVI, com a descoberta do Brasil pelos portugueses, o rei português dom João III doou vasta extensão de terra com mil léguas de largura ao donatário Jorge de Figueiredo Correiaescrivão da corte real. Ainda que se falasse da terra as maiores maravilhas, o donatário da capitania preferiu o luxo e o fausto da corte, enviando o déspota espanhol Francisco Romero para representá-lo na administração da capitania, enfrentando e pacificando os índios tupiniquins. A carta da doação da Capitania de Ilhéus a Jorge de Figueiredo Correia foi assinada em Évora a 26 de junho de 1534.

O donatário mandou, em seu lugar, o preposto Francisco Romero, que, primeiro, se instalou na ilha de Tinharé, onde fica o Morro de São Paulo; depois, quando descobriu o que seria, mais tarde, a Baía do Pontal, se encantou e fundou a sede da capitania, dando-lhe o nome de São Jorge dos Ilhéos: São Jorge, uma homenagem ao donatário Jorge e Ilhéus, devido à quantidade de ilhas (ilhéos) que encontraram no seu litoral (além das que existem ainda hoje, como a Pedra de Ilhéus, Ilheusinho, Pedra de Itapitanga e a Ilha dos Frades, os morros de Pernambuco e o atual Outeiro de São Sebastião também eram ilhas). Instalada em 1535 na Ilha de Tinharé, antigo domínio da Capitania de Ilhéus, a sede administrativa logo se mudou para a região da Foz do Rio Cachoeira, a chamada Baía de Ilhéus.

Logo, a amizade dos colonizadores com os nativos tornou possível a fundação da Vila de São Jorge dos Ilhéos, que se transformou em freguesia em 1556 por ordem de dom Pero Fernandes Sardinha. Considerada por Tomé de Sousa como “a melhor coisa desta costa, para fazenda”, a região se tornou produtora de cana-de-açúcar e ganhou muitas construções. Nos seus primeiros quinze anos, o progresso da vila era enorme e atraía todo tipo de pessoa. Jorge de Figueiredo doou pedaços de terra que se chamavam sesmarias a diversas figuras importantes do reino e, em 1537, doou uma sesmaria a Mem de Sá, que seria o terceiro governador-geral do Brasil, localizada no que foi chamado de Engenho de Santana, e onde hoje está localizado o povoado de Rio do Engenho.

Ainda restam vestígios deste engenho, que foi explorado pelos jesuítas, e onde está localizada a capela de Nossa Senhora de Santana, considerada a terceira igreja mais antiga do Brasil. Em 1551, com a morte do donatário, a capitania mudou de dono várias vezes e caiu no ostracismo, tornando-se apenas mais uma vila de pescadores na costa do país. Com a chegada dos ferozes índios aimorés, que passaram a atacar as plantações, Ilhéus sofreu um declínio econômico que resultou em decadência. Quando, em 1595, os franceses atacaram Ilhéus e foram repelidos, já existia, na entrada do porto, o fortim de Santo Antônio, transformado em 1611 em forte de pedra e cal.

Em 1754, o governo português acabou com o sistema de capitanias hereditárias e as terras brasileiras voltaram para as mãos do governo. Foi na segunda metade do século XIX que se iniciou o plantio de cacau. As primeiras sementes foram trazidas do Pará, pois o cacau é planta nativa da região amazônica, pelo francês Louis Frédéric Warneaux, e plantadas na fazenda Cubículo, às margens do rio Pardo, hoje município de Canavieiras. Antes dessa época, não se tinha conhecimento da importância do chocolate na alimentação e só pensava-se em cultivar a cana-de-açúcar, que era o que rendia mais.

Com a importação de mudas de cacaueiros da Amazônia e sua notável adaptação às condições climáticas da região, Ilhéus viu brilhar, diante de si, um novo eldorado. O cultivo do cacau passou a gerar um número sem fim de histórias, recheadas de cobiça, amores e lutas pelo poder, se transformando, posteriormente, em um terreno fértil para os romances de Adonias FilhoJorge Amado, nos quais se narram as paixões desenfreadas dos coronéis por dinheiro, mulheres e terras.[9]

Em 28 de junho de 1881, Ilhéus foi elevada à categoria de cidade, numa ação referendada pelo Marquês de Paranaguá. Em 1913, a cidade foi transformada em bispado. O governo brasileiro doava terras a quem quisesse plantar cacau. Vieram sergipanos e pessoas fugidas da seca do nordeste, do próprio estado e de todo lugar. Em dez anos, a população cresceu de uma forma explosiva. Plantava-se cacau em abundância e vieram pessoas buscando o eldorado. A região teve, então, seu aspecto totalmente modificado.

Nesta época, começaram a se construir belos edifícios públicos, como o Palácio do Paranaguá, que abriga até hoje a Prefeitura, e a sede da Associação Comercial de Ilhéus; belas casas, como a do coronel Misael Tavares e a da família Berbert, uma cópia do Palácio do Catete no Rio de Janeiro, e muitos outros belos prédios.[10]

Na década de 1920, Ilhéus fervilhava de pessoas, de dinheiro, de luxo e riqueza. Foi construído o prédio do “Ilhéos Hotel”, o primeiro com elevador no interior do Nordeste, uma obra ainda hoje imponente, e o Teatro Municipal, que esteve em ruínas, mas que foi reformado e que é considerado um dos mais bem aparelhados do interior do Nordeste e fora das capitais. Ilhéus sempre primou pelo bom gosto e pelo requinte, sempre tendo muita ligação com a então Capital Federal, a cidade do Rio de Janeiro, e também com a Europa. Em 1921, quando inaugurou sua casa, o coronel Misael Tavares ofereceu um banquete, com o cardápio do jantar em francês. Era comum as famílias possuírem pianos, muitas vezes até de cauda, em suas casas e até fazendas. Tudo vinha da Europa em navios.

A exportação de cacau era um problema, pois era feita pelo porto de Salvador. Havia muita dificuldade no embarque, com perdas na qualidade e no peso. Em 1924, os cacauicultores iniciaram a construção do porto de Ilhéus com recursos próprios, e a exportação do cacau começou a ser feita diretamente na cidade, trazendo com isso a presença de estrangeiros e um intercâmbio cultural com países da Europa. Nesta época, vinham dançarinas, mágicos e também aventureiros para divertir as pessoas que possuíam dinheiro.

Havia cabarés, clubes noturnos, casinos. A cidade era movimentada e é desta época o cenário dos romances de Jorge Amado. Uma época de muito dinheiro, luxo e desmandos. O grande fluxo financeiro originado pela produção e exportação do cacau, deu origem a peculiaridades no desenvolvimento da região da Costa do Cacau, região geoestratégica da Bahia. O desenvolvimento da produção e a busca por melhor qualidade desta commodity levaram as lideranças regionais e os produtores a criar a Comissão Executiva de Desenvolvimento da Lavoura Cacaueira, hoje órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com um importante centro de pesquisa, o Centro de Pesquisas do Cacau.[11]

A demanda regional por educação superior, buscada nas década de 1940 e 1950 em Salvador, principalmente pelos filhos dos “coronéis do cacau”, gerou o anseio pela implantação de faculdades e instituições de ensino superior na região. A Universidade Estadual de Santa Cruz é fruto desta demanda. Sendo, hoje, referência nordestina na formação de nível superior, firma-se como importante instituição de produção científica no nordeste, a segunda da Bahia, somente superada pela Universidade Federal da Bahia.

A cidade de São Jorge dos Ilhéus fica situada em local privilegiado. Recortada por muita água, sua chegada por avião é muito bonita e emocionante podendo ser pelo lado do rio ou da praia. O centro da cidade fica localizado numa ilha formada pelos rios AlmadaCachoeira e Itacanoeira (ou Fundão) e ainda pelos canais Jacaré e Itaípe. Este último, construído no final do século XVIII pelo engenheiro naval François Gaston Lavigne, oficial do exército de Napoleão. Este canal foi construído para facilitar a passagem das canoas que traziam cacau da região do rio Almada para o embarque no porto. Este último rio tem seu início em uma lagoa, a Lagoa Encantada, de beleza natural ímpar e elevado nível de preservação ambiental.

A partir de meados da década de 1980, a cultura cacaueira iniciou seu declínio, deixando de apresentar seu principal atrativo, o de gerar muita riqueza em pouco tempo e sem muito trabalho. A seca constante provocada pelo fenômeno El Niño, os baixos preços internacionais e, por último, uma praga denominada vassoura-de-bruxa fizeram da cacauicultura uma atividade menos rentável. Se, para uns, isto representou tristeza e angústia, para a região, oportunizou o surgimento de ativadades outras que não as exclusivamente vinculadas à monocultura cacaueira, como alternativas economicamente rentáveis. Gradativamente, a atividade econômica da cidade de Ilhéus deixou de basear-se exclusivamente na agricultura, despertando sua vocação para o turismo, lazer e o setor de serviços. Paralelamente, como alternativa de desenvolvimento, foi implantado um polo industrial para a produção de equipamentos de informática.

Apesar de a infraestrutura da cidade ainda não ser a ideal, tem-se caminhado para o desenvolvimento de ações que proporcionem uma base sólida para o surgimento de uma atividade turística sustentável a médio e longo prazo. Pontos turísticos como as praias dos Milionários, Havaizinho e Olivença, os rios do Engenho e Almada com seus manguezais, a Lagoa Encantada e o próprio Centro Histórico da cidade (dentre outros) justificam plenamente uma visita a Ilhéus.

Geografia

Clima

Como a maioria das cidades do litoral sul-baiano, possui um clima tropical úmido com médias pluviométricas anuais entre 2 000 e 2 400 milímetros, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano, sendo o verão o período de maior precipitação. Possui temperatura média compensada anual em tornos dos 25 °C, tendo, no período de inverno, média de 21 °C, com média das máximas de 26 °C e a das mínimas de 18 °C. Durante o verão, possui média de 26 °C, com médias máximas de 29 °C e mínimas de 22 °C.[12]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período, de 1961 a 1970, 1973 a 1980, 1986 a 1989 e 1992 a 1996, a menor temperatura registrada em Ilhéus foi de 12,8 °C em 28 de agosto de 1976,[13] e a maior atingiu 34,7 °C em 26 de julho de 1975.[14] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 148 mm em 27 de setembro de 1967. Outros grandes acumulados foram 143,6 mm em 11 de outubro de 1977, 131,7 mm em 22 de junho de 1977, 130,1 mm em 15 de dezembro de 1975, 119,4 mm em 27 de novembro de 1995, 118,4 mm em 28 de fevereiro de 1997, 117,4 mm em 11 de fevereiro de 1978, 117,3 mm em 17 de novembro de 1968, 116,8 mm em 24 de março de 1988, 116 mm em 9 de maio de 1980, 111,3 mm em 21 de março de 1967, 107,4 mm em 30 de abril de 1978 e 106,4 mm em 26 de outubro de 1977.[15] O menor índice de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 31 de julho de 1979, de 45%.[16]

[Esconder]Dados climatológicos para Ilhéus
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 34,1 33,6 32,2 31,3 30,6 29 34,7 28,4 29 30,4 30 30,6 34,7
Temperatura máxima média (°C) 29,1 29,3 29,4 28,7 27,5 26,4 25,8 26 26,4 27,6 27,8 28,5 27,7
Temperatura média (°C) 25,9 26 25,9 25,3 24,1 22,7 22 22,2 23,2 24,4 24,9 25,4 24,3
Temperatura mínima média (°C) 22,2 22,3 22,1 21,8 20,9 19,7 18,9 18,7 19,7 20,9 21,5 22,1 20,9
Temperatura mínima absoluta (°C) 18,3 18,1 19,1 18,4 16,1 15 14,4 12,8 15,4 14 17,7 18,7 12,8
Precipitação (mm) 151,2 182,4 216,9 204,7 144,5 200,6 200,5 134,4 128,7 146,9 146,1 178,6 2 035,5
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 15 15 17 15 14 16 18 16 13 13 14 13 179
Umidade relativa (%) 80,4 80,7 81,5 83 85,7 86,5 86,6 85,2 83,7 83,1 82,8 82 83,4
Horas de sol 220,2 215,6 235,9 203,4 199,8 191,3 197,7 210,8 198,5 199,5 190,2 220,2 2 483,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;[17][18][19][20][21][22][23] recordes de temperatura de 1961 a 1970, 1973 a 1980, 1986 a 1989 e 1992 a 1996).[13][14]

Demografia

A população de Ilhéus é composta por 182 350 habitantes.[4]

Etnias
Cor/Raça Percentagem[24]
Parda 58,6%
Branca 19,5%
Preta 18,7%
Indígena 2,1%
Amarelo 0,9%

Subdivisões

Distritos de Ilhéus

Cidade

A área urbana Ilhéus é dividida em quatro partes: Zona Norte, Zona Oeste,Centro e Zona Sul. Esta última, concentrando cerca de 40 por cento da população urbana de Ilhéus, é interligada à cidade por uma ponte sobre o Rio Cachoeira (Ponte Lomanto Junior). Os demais setores da cidade abriga o restante da população e também a maior parte da atividade comercial e industrial, incluído o Distrito Industrial do Iguape onde estão instalados o Polo de Informática e as grandes moageiras de cacau, representadas por alguma multinacionais.

Distritos

A maior parte do território do município é distribuído entre dez distritos, com as seguintes denominações: Ilhéus (sede), Aritaguá, Banco Central, Castelo Novo, Coutos, Inema, Japu, Olivença, Pimenteira e Rio do Braço. Demograficamente, pode ser destacado Aritaguá.

Economia

Plantação de cacau em Ilhéus.

Na agricultura, Ilhéus destaca-se como produtor de cacau. Porém a piaçava e o dendê vêm ganhando bastante espaço atualmente.

Na indústria, Ilhéus destaca-se em toda a Mesorregião do Sul Baiano por ser um polo de informática e contar com um distrito industrial onde estão instaladas diversas indústrias para manuseio e transformação do cacau.

Com alto índice de emprego, a cidade apresenta crescente desenvolvimento no comércio. O setor de serviços tem crescido considerávelmente destacando-se os ligados ao turismo e lazer tais como transportes, hospedagem, produção cultural e alimentação.

Distrito Industrial.

A economia ilheense deverá experimentar uma nova onda de progresso econômico com a implantação de um novo porto, o Porto Sul, instalado em águas profundas, e a chegada da ferrovia integrada ao Ferrovia Leste-Oeste. Também está prevista a construção de um aeroporto capaz de operar voos internacionais.

Infraestrutura

Educação

Pavilhão Professor Julio Cezar de Mattos Cascardo, da Universidade Estadual de Santa Cruz.

Nos últimos anos, as opções de cursos de nível superior apresentou um expressivo crescimento, com a oferta de novos cursos na rede pública estadual e federal tanto a nível técnico como a nível superior. Paralelamente, é marcante o crescimento da presença de novas instituições de ensino não públicas disponibilizando cursos presenciais e à distância nas mais diversas áreas de atuação profissional.

Situada no bairro Salobrinho, na Rodovia BR-415 trecho Ilhéus-Itabuna, funciona a Universidade Estadual de Santa Cruz, no CampusSoane Nazaré de Andrade. Esta Universidade pública oferece 33 cursos, sendo 22 bacharelados e 11 licenciaturas, além de uma moderna e ampla biblioteca, laboratórios de ponta, hospital veterinário, estufas para estudos botânicos e outras instalações de grande porte.

Entre Ilhéus e Olivença (bairro de Ilhéus) localiza-se a Faculdade de Ilhéus. Sendo uma instituição privada, oferece nove cursos: AdministraçãoCiências ContábeisDireitoNutrição , EnfermagemOdontologiaPsicologiaEngenharia civil e Engenharia de produção. Além do excelente espaço, disponibiliza uma biblioteca ampla e laboratórios bem aparelhados.

Madre Thaís: a faculdade Madre Thaís é privada e está localizada no Open Mall Gabriela Center, na Av. Itabuna. A faculdade oferece os cursos de administração, enfermagem, direito, biomedicina e logística. Também encontramos, na saída para Itabuna, próximo à rodoviária, a FTC EaD, que fica localizada no instituto de ensino Joana d’Arc, com os cursos de: administração, tecnólogo em segurança do trabalho, biologia, letras, história, pedagogia, dentre outros.

Na Escola Diretriz (Pontal), administrada pela Cooperativa de Professores Santa Rita, encontra-se o Polo de Apoio Presencial do Grupo Uninter em Ilhéus. Através das duas faculdades do grupo (Facinter e Fatec Internacional) o UNINTER oferece diversos cursos de graduação e pós-graduação na modalidade EaD.

No Instituto Brasileiro de Educação, Cultura e Turismo, Pontal – Ilhéus, também são oferecidos cursos superiores. O instituto é privado.

Ainda existem a Eadcon (no Colégio Nossa Senhora da Vitória) e a Unopar Ilhéus, em sede própria.

Escola Técnica Federal – IFBA Campus Ilhéus. O Campus de Ilhéus oferece os cursos das modalidades Integradas, Subsequentes e Superiores. No nível médio da modalidade integrada poderá contar com três eixos de ensino o Técnico e Telecomunicações; Processos Industriais – Tec. Em Eletroeletrônico; e, Infraestrutura com o curso Tec. em Edificações.

Na modalidade PROEJA (Educação de Jovens e Adultos), de ensino médio, a área visada é a de Tecnologia da Informação com o a implantação do curso de Técnico de Manutenção e Suporte em Informática. E a modalidade subsequente deve seguir os mesmos eixos de ensino da modalidade integrada.

Na modalidade superior, a intenção é que sejam oferecidos os cursos de Licenciatura em Computação e Tecnólogo em Tecnologia e Automação Industrial.

SENAI: No bairro do Iguape, Distrito Industrial de Ilhéus, o SENAI mantém instalações destinadas a formação profissionalizante nas áreas de montagem e manutenção de computadores, mecânica de automóveis e caminhões, mecânica pesada, eletricidade de alta e baixa tensão, eletromecânica e eletroeletrônico.

Principais Redes de Ensino
Estatística
  • Taxa de analfabetismo (IBGE – 2010):
    • população de 15 anos ou mais de idade: 12,5%
    • população de 15 a 24 anos: 3%
    • População de 24 a 59 anos: 11,8%
    • População de 60 anos ou mais: 32,2%
  • IDI (Índice de Desenvolvimento da Infância – Unicef – 2008): 0,446.

Transportes

No setor de transportes, Ilhéus apresenta a peculiaridade de ser a única cidade fora da Região Metropolitana de Salvador a contar com um aeroporto e um porto.

Ilhéus possui um aeroportoAeroporto Jorge Amado, administrado pela INFRAERO. Cinco grandes empresas aéreas operam na cidade: Avianca BrasilAzul Linhas AéreasGOL Transportes AéreosTAM Linhas Aéreas operando voos regulares para Belo Horizonte (Confins), BrasíliaCampinas,Salvador e São Paulo (Congonhas e Guarulhos). Além de voos em períodos sazonais para Recife, Vitória, Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão) e Goiânia.

Porto de Ilhéus é o maior porto exportador de cacau do Brasil e o primeiro a ser construído em mar aberto no Brasil. Foi inaugurado em 1971, sendo administrado pela Companhia das Docas do Estado da Bahia. Também é ponto de passagem obrigatória de diversos roteiros de cruzeiros turísticos.

Além do transporte local, Ilhéus conta com uma rodoviária de onde partem ônibus intermunicipais e interestaduais. Há a previsão de construção do Complexo Intermodal, no município. Será um complexo na região norte da cidade, onde se localizarão o novo Aeroporto Internacional de Ilhéus e um novo Porto. O projeto também prevê a construção de uma ferrovia ligando Ilhéus ao estado de Tocantins, na região Norte do Brasil, a duplicação da BR-101 e a implantação de um gasoduto (Gasene).

Mídia – telecomunicações

Radiodifusão Ilheense**********

Existem na cidade de Ilhéus três emissoras AM: Rádio Cultura de Ilhéus, fundada em 08/01/1950 por Alceu Nunes (Hoje pertence ao grupo Record); Rádio Santa Cruz, fundada em 12/12/1959 por Osvaldo Bernardes (Hoje pertence a um grupo de sócios); Rádio  Bahiana de Ilhéus, fundada em 10/02/1961 por Robert Assef (Hoje pertence a um grupo de sócios). Existem também duas emissoras convencionais de Freqüência Modulada: FM Cidade Ilhéus, fundada em 17/03/1986 por Roy Cox (Pertence também ao grupo Record) e a FM Gabriela, fundada em 28/06/1993 por Valderico Reis (Hoje dirigida por seu filho, Valderico Jr.). Em 2003 foi fundada a rádio comunitária, FM Conquista, pertencente à Associação Comunitária de Ilhéus.

O Sindicato O Sindicato dos Radialistas de Ilhéus foi fundado em 1989 e, hoje graças à nova diretoria e a linha de trabalho implantada pelo atual presidente, Elias Reis, muitas ações concretas vem sendo realizadas, principalmente no quesito moralidade da entidade e dignidade dos seus associados. Em pouco tempo de gestão inúmeras ações foram colocadas em prática em prol da categoria. O Sindicato hoje é referência para toda a Bahia. O dinamismo da nova diretoria e colaboradores fechou parcerias com a FACULDADE DE ILHÉUS, UESC, IBEC, UFRJ, ABI, ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS, Polícia Federal, Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho; Criou o Projeto 5ª do Rádio; Conseguiu renomear tres logradouros públicos, Praça do Radialista e Rua e Travessa Radialista Evaldo Tabajara; Vem realizando cursos e seminários; Integrou o Sindicato como membro do Concidade e Comitê contra a Pedofilia; Conseguiu a instalação do Comitê de Imprensa no interior da Câmara Municipal de Ilhéus (o 1º da Bahia); Instituiu novas credenciais padronizadas para os radialistas associados; Vem viabilizando Emenda à Lei do Orçamento da Prefeitura Municipal de Ilhéus; Filiou oficialmente a entidade à Força Sindical e a Federação Nacional dos Radialistas; Assinou convênios de Gás, Farmácia e assistência jurídica para beneficiar os seus associados; Conseguiu o Título de Utilidade Pública Municipal para o Sindicato dos Radialistas de Ilhéus e tantas outras ações importantes no campo do direito trabalhista. Para os próximos meses  já estão fechados alguns eventos, a exemplo do Curso Básico de Inglês para locutores; Seminário sobre ética no Rádio; Seminário sobre Política Sindical; Mega seminário em março/2018 em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz e dando continuidade a qualificação dos profissionais ilheenses, haverá ainda um curso sobre legislação trabalhista e previdenciária, bem como um Congresso Municipal sobre “O funcionamento do Poder Legislativo”, em parceria com a União dos Vereadores da Bahia. O Sindicato dos Radialistas, hoje, é uma entidade atuante nas ações de interesse dos profissionais ilheenses, bem como presente nos movimentos sociais que luta pela qualidade de vida dos munícipes, preocupando-se com o desenvolvimento da cidade.

Pontos turísticos

Casa de Jorge Amado, em Ilhéus.

Igreja de São Jorge.

Palacete da família Berbet de Castro. Foto de 1910, aproximadamente.

Palácio Paranaguá.

Praça Castro Alves, por volta de 1920.

Capital turística da Costa do Cacau, é considerada por muitos, terceiro maior ponto turístico da Bahia, Ilhéus é cheia de pontos turísticos, dentre eles, patrimônios religiosos, instituições culturais, bairros e povoados, que juntos às suas belíssimas praias (exemplos: Avenida Soares Lopes, Ponta da Tulha, Sul, Norte, Batuba, Olivença), formam um espetáculo.

Um dos mais antigos estabelecimentos comerciais da cidade, é citado por Borges de Barros, em 1915, como a única pastelaria da cidade. Palco de muitas intrigas, o Bar Vesúvio está próximo de completar seu centenário e continua sendo testemunha silenciosa da vida ilheense. Famoso em todos os continentes através da obra de Jorge Amado, é muito procurado por turistas que chegam a Ilhéus. Os primeiros proprietários foram os italianos Nicolau Carichio e Vicenti Queverini. Hoje o imóvel pertence a Hans Koella, suíço que tem diversos empreendimentos na cidade. Foi tombado pelo município.

  • Bataclan – Av. 2 de Julho

O atual prédio do Bataclan foi reformado através de um convênio entre a Petrobras e Prefeitura Municipal, inaugurado em 2004.

Antigo bordel frequentado pelos “Coronéis do Cacau”, funcionou até os anos 1940 e ficou célebre por fazer parte da literatura amadiana. Sua proprietária era Antônia Machado, cujo nome, na obra de Jorge Amado, ficou conhecido como “Maria Machadão”. Pode ser visitado diariamente e seu espaço é utilizado para lançamento de livros, vernissages e eventos sociais. O “quarto” de Maria Machadão foi reeditado com móveis da época.

  • Biblioteca Pública Municipal Adonias Filho – Av. Soares Lopes
  • Capela de Senhora Santana – Povoado Rio do Engenho
  • Casa de Cultura Jorge Amado – Quarteirão Jorge Amado (Circuito Cravo)

Casa edificada pelo Coronel João Amado de Faria, após ter sido sorteado com um prêmio da Loteria Federal. Foi residência dos Amado e local onde Jorge iniciou seus primeiros escritos. No antigo prédio funcionou a Faculdade de Direito em Ilhéus e, posteriormente, a Delegacia Estadual da Fazenda. Foi doado ao município pelo Governo do Estado da Bahia, na gestão de Waldir Pires, para o funcionamento da Fundação Cultural de Ilhéus. A reforma e transformação em Casa de Cultura Jorge Amado foi realizada em parceria com a Petrobras e sua inauguração ocorreu em 27 de junho de 1997.

  • Casario secular da Rua Antônio Lavigne de Lemos (Circuito Cravo)
  • Catedral de São Sebastião – Praça Dom Eduardo

Sua construção foi iniciada em 24 maio de 1931, sob o comando de dom Eduardo Herberhold, segundo Bispo Diocesano e do arquiteto Salomão da Silveira. Sua dedicação em 21 de setembro de 1967, quando era bispo dom Caetano Antonio dos Lima dos Santos, com a presença do núncio apostólico dom Sebastião Baggio e diversas autoridades governamentais e eclesiástica. A partir desta data, passou a ser a Sé da Diocese de Ilhéus, que foi criada em 20 de outubro de 1913, pelo Papa Pio X, desmembrada da Arquidiocese de São Salvador, a quem a Paróquia de São Jorge era subordinada desde 1556, quando foi criada pelo primeiro bispo brasileiro, Dom Pero Fernandes Sardinha. Na Catedral de São Sebastião, estão sepultados dois bispos: dom Eduardo Herberhold e dom Valfredo Tepe.

  • Convento e Igreja Nossa Senhora da Piedade –

Esse conjunto erguido em área urbana, é um belíssimo exemplar da arquitetura neogótica. O interior da Igreja é dotado de riquíssimo sacrário e na área do Convento funciona um colégio desde 1916, sob a direção das Irmãs Ursulinas. O Convento foi concluído em 1928 e domina uma das mais belas paisagens de Ilhéus. Hoje é também um local de realização de Congressos e Seminários. O conjunto fica na Rua Madre Thaís, no Alto da Piedade.

  • Cristo – Av. 2 de Julho

Estátua de 7,5 metros de altura, situada na entrada da barra, na avenida 2 de Julho. Inaugurada durante o governo municipal de Mário Pessoa, serve de referência estética, ética e religiosa para o povo de Ilhéus.[carece de fontes]

  • Estrada do Chocolate (em implantação)

Seu trajeto vai de Ilhéus a Uruçuca e o projeto prevê a implantação de dois pórticos: um na Terra de Gabriela e outro na BR-101. O objetivo é levar os turistas para a conhecerem o processo de produção do cacau e do chocolate, com visitas às fazendas, fábricas e lojas. Os atrativos, porém, oferecem muito mais que isso: passeios por reservas de Mata Atlântica, por localidades históricas, dentre outros locais como casarões dos séculos 18 e 19.[25]

  • Lagoa Encantada – Povoado de Lagoa Encantada, Estrada Ilhéus/Itacaré

Lagoa natural de grande extensão situada a 12 km da entrada sul da estrada entre Ilhéus e Itacaré, ao fundo do condomínio Jóia do Atlântico. Muitas riquezas naturais provenientes do lago, diversas quedas d’água, área verde, comida típica e cultura local. A região ganhou destaque quando foi utilizada como cenário na Produção da telenovela Renascer exibida pela Rede Globo de 8 de março a 13 de novembro de 1993, ruínas da casa do personagem “Tião Galinha” ainda pode ser visitada pelos turistas.

  • Igreja Matriz de São Jorge – Praça Rui Barbosa

Inaugurada em 1556, foi construída com pedras de cantaria e atualmente é a Igreja mais antiga do centro de Ilhéus. Sofreu diversas reformas através dos séculos, porém conservou seu estilo primitivo. Aí funciona o Museu de Arte Sacra de Ilhéus que guarda uma imagem secular de São Jorge, valiosas peças sacras dos Séculos XVI, XVII e XVIII e um painel da história de Ilhéus. Localizada na Rua Conselheiro Dantas, Centro.

  • Museu Nossa Senhora da Piedade

O acervo do museu é composto de mobiliário antigo, louças, castiçais, crucifixos, diversos paramentos romanos usados por padres na celebração de missas, quadros e objetos diversos de uso pessoal de Madre Thaís, a fundadora do Instituto Nossa Senhora da Piedade em 1916. Das janelas e do pátio do museu, pode-se ter uma bonita vista da cidade e de várias praias.

  • Oiteiro de São Sebastião
  • Palacete Misael Tavares – Quarteirão Jorge Amado (Circuito Cravo)
  • Palácio Episcopal – Alto Teresópolis
  • Palácio Paranaguá – Praça J. J. Seabra
  • Ponta da Tulha – Povoado de Ponta da Tulha
  • Teatro Municipal de Ilhéus – Quarteirão Jorge Amado (Circuito Cravo)

“Em ato mui solene, foi lançada a 3 de maio [1929], pelo intendente municipal, a primeira pá de concreto das fundações do majestoso edifício do futuro Cine-Teatro Ilhéus, à praça Luiz Viana” (CAMPOS, 1981). “Antigamente os circos que vinham à cidade pertenciam ao gênero que os cariocas classificam na sua geringonça de ‘mambembe’. Agora, porém, não acontecia assim. A plateia popular de Ilhéus já se enquadrara no rol das capazes de aplaudir elencos mundialmente conhecidos. Em junho, exibiu-se, pela primeira vez na cidade, um filme – ópera, no Cine Teatro Peri, e, nos últimos dias do ano, inaugurou-se um cinema de luxo, o Cine Teatro Ilhéus” (Ibid.).

Símbolos

Dois prefeitos e um professor dotaram Ilhéus de símbolos marcantes: coresbandeirabrasão: em 1954, era prefeito Pedro Catalão; nesta gestão o professor Leopoldo Campos Monteiro, entendido em Heráldica, foi convidado a compor o brasão de Ilhéus, oficialmente aceito pelo decreto n° 34 de 4 de junho de 1954. Anos depois, em 1965, no governo do prefeito Herval Soledade, o mesmo professor Leopoldo Campos Monteiro, foi encarregado de criar a bandeira ilheense. A mesma lei que criou a bandeira e confirmou o brasão, estabeleceu como cores oficiais de Ilhéus, o vermelho e o verde.

 

INTENDENTES E PREFEITOS DE ILHÉUS 

João Baptista de Sá Oliveira – 1890/1892

Joaquim Ferreira de Paiva – 1892/1896

Ernesto Sá de Bittencourt Câmara – 1896/1904

Domingos Adami de Sá – 1904/1908

João Mangabeira – 1908/1912

Antonio Pessoa da Costa e Silva – 1912/1915

Manoel Misael da Silva Tavares – 1916/1919

Domingos Fernandes da Silva – 1920

Eustáquio de Souza Bastos – 1920/1923

Mário Pessoa da Costa e Silva – 1924/1928

Durval Olivieri – 1928/1930

Eusínio Lavigne – 1930/1937

Raimundo do Amaral Pacheco – 1937/1938

Mário Pessoa da Costa e Silva – 1938/1943

Eunápio Peltier de Queiroz – 1943/1945

Álvaro Melo Vieira – 1946/1948

Artur Leite da Silveira – 1948/1951

Pedro Vilas Boas Catalão – 1951/1955

Herval Soledade – 1955/1959

Henrique W. Cardoso e Silva – 1959/1963

Herval Soledade – 1963/1967

Nerival Rosa Barros – 1967/1969

Afro de Barros Leal Neto – 1969

João Alfredo Amorim de Almeida – 1969/1971

Edmon Darwich – 1971/1973

Ariston Cardoso – 1973/1977

Antônio Olímpio Rhem da Silva – 1977/1983

Jabes Souza Ribeiro – 1983/1988

João Lyrio – 1989/1992

Antonio Olímpio Rhem da Silva – 1993/1996

Jabes Souza Ribeiro – 1997/2000 – 2001/2004

Valderico Reis – 2005/2007

Newton Lima – 2007/2008 – 2008/2012

Jabes Souza Ribeiro – 2013 – 2016

Mário Alexandre – 2017

Fonte: Google/net.

TIME DE FUTEBOL

COLO COLO FUTEBOL E REGATAS

Foi criado por um grupo de desportistas liderado por Airton Adami para disputar a semana inglesa, competição que aos sábados lotava o Estádio Mário Pessoa, então um dos maiores do País. A semana inglesa era um torneio promovido pelo sindicato dos comerciantes que se realizava somente nas tardes de sábados com os portões do estádio abertos.

A denominação advém de um clube chileno de mesmo nome. Na década de 50 fazia da sua intimidade com a bola um espetáculo de futebol e por isso inspirou o time de Ilhéus. O seu mascote é o tigre. Já o desenho do uniforme, nas cores azul e amarela, veio de um outro grande time, o Boca Juniors, da Argentina.

O primeiro modelo usado pelo clube foi comprado em Buenos Aires por José Haroldo de Castro Vieira. A primeira diretoria foi composta por: Airton Adami, Silvio Silva, Ivan Lelis da Mata, José Alves Barreto, Cláudio Silveira e Júlio Rodolfo Vieira. Ao longo da sua história, o Colo Colo já teve oportunidades de disputar partidas com grandes nomes do futebol nacional, principalmente com o Flamengo.

O primeiro título veio em 1953 como campeão ilheense. De 1958 a 1961 o Tigre conquistou o tetracampeonato amador ilheense. Em 1967, o Colo Colo participou pela primeira vez do campeonato baiano de futebol profissional, armando um de seus melhores times, com destaque para Miltinho Simões, que chegou a marcar 5 gols em um só jogo. Porém, em 1969, voltou à categoria de amador. Em 1997, foi campeão municipal e, em 1998, disputou a Copa da Bahia. Em 1999, o Tigre sagrou-se campeão da Segunda Divisão, voltando à elite do futebol baiano. Mas, foi em 2006 que conseguiu seu grande trunfo sendo campeão baiano de futebol profissional – um título inédito, quebrando uma hegemonia de quatro anos de domínio da dupla Ba-Vi.

Na Copa do Brasil de 2007, o Tigre defrontou-se com o Atlético Mineiro, em 14 de fevereiro, no Estádio Mário Pessoa, perdendo por 3×1, ficando precocemente eliminado, em jogo com fortes chuvas, resultando num campo em estado precário para a realização do jogo.

Antigo escudo (O ATUAl LEVA UMA ESTRELA SUPERIOR SOBRE AS DEMAIS. TÍTULO BAIANO DE 2006).

No ano de 2014, o Colo Colo finalmente conseguiu o regresso a elite do Campeonato Baiano após empatar em 2×2 com a equipe do Jacobina.

Em 2015, regresso à elite do futebol baiano, fez um bom campeonato estadual chegando na fase final, na disputa pelo 3º lugar. Diante da Juazeirense, o Tigre perdeu e acabou herdando uma vaga na Série D do mesmo ano.[1]

Presidentes

  • 1948 a 1949 – Airton Adami
  • 1950 a 1951 – Airton Almeida
  • 1952 a 1958 – José Alves Barreto
  • 1959 a 1960 – Manoel dos Santos Leal
  • 1961 a 1962 – Wilson Ferreira Trindade
  • 1963 a 1967 – José Magalhães Correa
  • 1968 a 1971 – Antônio Olímpio Rhem da Silva
  • 1972 a 1973 – Francisco Antônio Badaró
  • 1974 a 1992 – Rubens de Souza Guerra
  • 1992 a 2011 – José Maria Almeida de Santana
  • 2012 a 17 de dezembro de 2015 – Walter Teles
  • 18 de dezembro de 2015 e atual – Raimundo Borges da Silva

Fonte: Google/net.

 

ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS – E SUAS ESTAÇÕES (1950-1964)

TEXTO PARA QUEM GOSTA DE HISTÓRIA E ANEXO ALGUMAS FOTOS ANTIGAS DAS ESTAÇÕES E TRENS.

 

HISTÓRICO DA LINHA: A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendido até Poiri em 1931. Em 1918 um outro ramal tem iniciada a sua construção, estendendo-se até Itajuípe, aonde chegou em 1934. Foram as máximas extensões da ferrovia, que jamais se comunicou com outras do estado da Bahia ou com a Bahia-Minas, apesar de diversos projetos nesse sentido que jamais saíram do papel. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo, que mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista, pelo que se diz, pelo fato de os ingleses já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com a linha já existente. Em 1963, já estava decadentíssima a ferrovia, que em 1965 já não mais funcionava.

A ESTAÇÃO: Na história dos transportes da região cacaueira de Ilhéus, temos de tomar dois marcos principais para traçar sua evolução: o lançamento da ferrovia e a fundação do Instituto de Cacau da Bahia. Até 1910, quando se inaugurou o primeiro trecho da linha de Ilhéus a Itabuna, apenas se usavam canoas e animais. Os rios por demais acidentados e o excesso de chuvas dificultavam o transporte, mas mesmo assim a exportação de cacau era compensadora.

Com o início do tráfego pela via férrea da Estrada de Ferro de Ilhéus a Conquista, a estação de Ilhéus foi inaugurada nesse ano, passando a servir como o seu ponto inicial e como porto de escoamento de cacau e outras culturas da região. O Instituto do Cacau, por sua vez, foi fundado em 1931. Uma das principais providências tomadas foi a construção de rodovias na região, que convergiam para a rodovia-tronco que, como a ferrovia, ligava Ilhéus a Itabuna. A situação da ferrovia, porém, em 1950, quando foi resgatada dos ingleses para a União, era horrorosa: a descrição dos problemas nos relatórios desse ano, com falta de peças, falta de condições de trabalho e outros era desesperadora, causada pela falta de verbas e prejuízos constantes. O edifício da estação Central (estação de Ilhéus) “está encravado no centro do pátio.

Não possui plataforma para embarque ou desembarque de passageiros, havendo somente um passeio de cimento, com 5 cm de altura”. Mesmo com a ferrovia em frangalhos, em 1954, a antiga ainda figurava em regime de concorrência caótica ao lado das rodovias. Partindo de Ilhéus, seus ramais atingiam então as bordas da antiga zona do cacau. O trem era um meio de transporte que estava ainda longe de suprir as necessidades de escoamento da produção agrícola. Apesar disso, a região não dispunha de um rendilhado de estradas tão bom, capaz de escoar rapidamente a produção. A deficiência era compensada, em parte, ainda por processos mais primitivos de transporte: a canoa e o animal de carga. A estação foi desativada por volta de 1964, quando se fechou a deficitária ferrovia, agora parte da Rede Ferroviária Federal – RFFSA, criada sete anos antes. A última fotografia de que se tem notícia do pátio da estação, já abandonado, é do ano de 1971 e está mostrada abaixo. Todo o pátio e suas construções parecem não mais existir hoje.

A ESTAÇÃO DE ARITAGUÁ

A estação de Aritaguá passava entre o morro e o rio, as quilometragens citadas no relatório do Estado diferem das quilometragens oficiais de 1960 (do Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil de 1960), há sempre dúvidas acerca de qual seria o trecho exato a ser aberto. Nos anos 1940, o nome da estação e do local foi alterado para Aritágua. A estação foi desativada por volta de 1964. Segundo o estudo de Manoel Ursino Tenório de Azevedo Junior: Viajando nos trilhos da história: roteiro turístico cultural no antigo trajeto da estrada de ferro de Ilhéus, Bahia (2005), a estação ainda estava de pé em 2005, mas não cita suas condições ou seu uso.

ESTAÇÃO DE BANCO DO PEDRO

A estação de Banco do Pedro, parada em 1960, não tem a data de inauguração conhecida por mim; é possível que tenha sido aberta com a linha em 1918, quando se iniciaram as obras do ramal de Itajuípe, que, embora tendo todos os trens partindo ou baldeando em Rio do Braço, na linha-tronco, tinham em Banco do Pedro o seu ponto de bifurcação do outro ramal, o de Poiri.
Ou seja, somente ali é que as linhas dos dois ramais se
separavam. Aliás, é possível que se separassem no ponto em que aparece na foto de baixo, aquém do rio, mera suposição para quem, como eu, não conheci nem o local e muito menos a ferrovia. A ponte metálica que pode ser vista na foto de baixo é por onde passava o trem da E. F. Ilhéus e hoje é uma ponte rodoviária. A parada foi desativada com a linha em 1964.

ESTAÇÃO DE ITABUNA

Desde outubro de 1911 a The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, concessionária da estrada, estabeleceu, com previa autorização do Governo, o tráfego provisório entre as cidades de Ilhéus e Itabuna num percurso de 59 quilômetros. Mas somente a 21 de agosto de 1913, quando a linha estava em ordem e, como as obras de arte, se concluíram as estações, foi essa ferrovia inaugurada pela abertura do tráfego definitivo (Mensagem do Governador da Bahia, 1914, p. 94-95).

A estação de Itabuna foi, pois, inaugurada em 1913. “Seu apito estridente fez tremer a terra, alegrando os meninos, impressionando as mocinhas, surpreendendo os velhos mateiros, afugentando os animais e colocando a cidade nos trilhos. Itabuna finalmente passava a ser servida pelo transporte moderno. O trem chegou para servir aos vinte mil habitantes da nova terra do cacau. O populacho entrava pelas rodas das locomotivas, com aplausos de muitos e restrições de poucos. Esses poucos diziam: ‘eu é que não vou trocar o meu cavalo bom por este cavalo de ferro’. Tertuliano Guedes de Pinho externava a sua opinião favorável, elogiava os ingleses, donos da estrada de ferro, sem pronunciar-lhe os nomes porque não acertava. Henrique Félix e José de Aguiar eram formalmente adversários do trem de ferro, que chamavam de invenção da ‘peste’. Da peste porque pela estrada a polícia chegava com mais facilidade e eles se dedicavam ao cangaço, possuíam jagunços, tomavam empreitadas, as mais desgraçadas, e temiam a polícia. Pouco dias depois, uma criança pescava no rio Cachoeira quando ouviu um rapaz e uma moça combinando para fugir no trem. No dia seguinte se deu a notícia de que um casal havia fugido no trem de ferro da antiga Tabocas, embalados por um amor de pecado e correndo das perseguições paternas. Ele era um palhaço de circo e ela uma moça da sociedade. Eles foram o primeiro casal a fugir no trem” (Fontes: Carlos Pereira Filho, “Terras de Itabuna”). A estação foi desativada em 1964 e hoje parece ter sido demolida.

ESTAÇÃO DE ITAJUÍPE

O ramal de Poiri partia de Rio do Braço e na altura do distrito de Banco do Pedro realizava um influxo em uma nova artéria à esquerda, em sentido oeste, e que dava origem ao sub-ramal de Sequeiro de Espinho inaugurado em 15 de junho de 1913, mais tarde chamado de ramal de Pirangi. Este atingiria a referida cidade em 19 de novembro de 1934, perfazendo uma distância total entre Ilhéus e Pirangi de 60 km. A estação foi inaugurada em 1934 como ponta do ramal do mesmo nome, situação que perdurou até a desativação da ferrovia, em 1964. Nos anos 1940 a cidade e a estação tiveram o nome alterado para Itajuípe.

ESTAÇÃO DE LAVAPÉS

A estação de Lavapés teria sido inaugurada em 1910, na linha que teve autorizada sua abertura provisória pelo Governo do Estado da Bahia. Ela ficava a apenas 1,3 adiante da estação de Almada. Foi desativada por volta de 1964, com a ferrovia.

ESTAÇÃO DE MUTUNS

A estação de Mutuns foi inaugurada em 1911, pela The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, ou, na época, como também era chamada, a E. F. de Ilhéus a Conquista. A abertura foi provisória, como o foi a do primeiro trecho sete meses antes, autorizada pelo Governo do Estado da Bahia, e o trecho aberto desta vez, chamado na época de ramal da Almada, tinha apenas 5 km até a estação de Mutuns, e também o do sub-ramal do Mocambo – nome da época para o primeiro trecho aberto do futuro ramal de Poiri. Mutuns ficaria algum tempo como ponta do que seria a linha principal da ferrovia. Como as quilometragens citadas no relatório do Estado diferem das quilometragens oficiais de 1960. Há sempre dúvidas acerca de qual seria o trecho exato a ser aberto, mas tudo indica que era de Rio do Braço a Mutuns, inclusive por outros estudos.

ESTAÇÃO DE POIRI

A estação de Itapira foi inaugurada em 1931 como ponta do ramal de Itapira, depois ramal de Poiri, mantendo-se nesta condição até o final do funcionamento da ferrovia, em 1964. “Em 1930, existia nesse local somente uma fazenda de cacau pertencente a Ramiro Teixeira. Com a chegada da ferrovia, formou-se em torno da estação (nota: ainda em construção), ainda em 1930, o povoado de São Miguel. A passagem dos trilhos, pelo seu território, muito influiu para o rápido desenvolvimento da localidade que logo foi promovida à categoria de distrito. Ganhou autonomia administrativa em 1961, passando a denominar-se Aurelino Leal, em homenagem ao (jurista baiano) Dr. Aurelino de Araújo Leal (1877-1924)” (IBGE). Antes dos trilhos alcançarem Itapira (Poiri), o cacau de Barra do Rocha, Ubatã, Piraúna e Conceição do Oricó descia o rio de Contas até Ubaitaba (na outra margem do rio de Contas, à frente de Poiri). Daí seguia de tropa até Taboquinhas, onde novo embarque nas canoas era feito,
dirigindo-se, por fim, para Itacaré, em busca do transporte marítimo que o levasse para Salvador. A chegada dos trens a Itapira afetou a navegação no rio de Contas. A produção cacaueira passou, então, a convergir para a ferrovia, acarretando grande diminuição no movimento portuário de Itacaré, que passou a contar somente com a produção do Taboquinhas e vizinhança. Nos anos 1940, a estação teve seu nome alterado para Poiri. Curioso: em nenhum histórico consultado aparece o nome de Itapira. O local, na construção da estação, chamava-se São Miguel, como visto acima. Parece que Itapira era o nome da estação em si: esse é o nome que consta nos guias de trens de 1931 até meados dos anos 1940. O nome seguinte, Poiri, manteve-se nos guias até o fim, em 1964. Sem os trilhos, a cidade entrou em decadência, com o crescimento dando-se do outro lado do rio de Contas, em Ubaitaba, à sua frente na outra margem.

ESTAÇÃO DO RIO DO BRAÇO

A ESTAÇÃO: A estação de Rio do Braço foi inaugurada em 1911, pela The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, ou, na época, como também era chamada, a E. F. de Ilhéus a Conquista. A abertura foi provisória, como o foi a do primeiro trecho sete meses antes, autorizada pelo Governo da Província da Bahia, e o trecho aberto desta vez tinha apenas 5 km até a estação de Mutuns, e também o do sub-ramal do Mocambo – nome da época para o primeiro trecho aberto do futuro ramal de Poiri. Não a estação, que ficava na linha, no quilômetro 32, mas quase até a estação do Rio do Braço, no quilômetro 42. Como as quilometragens citadas no relatório do Estado diferem das quilometragens oficiais de 1960 (do Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil de 1960), há sempre dúvidas acerca de qual seria o trecho exato a ser aberto. Segundo o estudo de Manoel Ursino Tenório de Azevedo Junior: Viajando nos trilhos da história: roteiro turístico cultural no antigo trajeto da estrada de ferro de Ilhéus, Bahia (2005), a estação ainda está de pé. A estação foi desativada por volta de 1964.

ESTAÇÃO DE SAMBAITUBA

A estação de Sambaituba foi inaugurada em 1910, pela The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, ou, na época, como também era chamada, a E. F. de Ilhéus a Conquista. A abertura foi provisória, autorizada pelo Governo do Estado da Bahia, e o trecho aberto ia de Ilhéus quase até Rio do Braço, em junho de 1910, com uma extensão aproximada então de 35 km (seria até pouco depois da estação do Lavapés).

Segundo o estudo de Manoel Ursino Tenório de Azevedo Junior: Viajando nos trilhos da história: roteiro turístico cultural no antigo trajeto da estrada de ferro de Ilhéus, Bahia (2005), a estação de Sambaituba ainda está de pé, mas não cita suas condições ou seu uso atual. A estação foi desativada por volta de 1964.

ESTAÇÃO DE URUÇUCA

A estação de Água Preta foi inaugurada pela “O atual município de Uruçuca teve origem numa povoação formada em 1906 por Manoel Alves Souza, Miguel Gomes Baracho, João Macaúbas, Jorge Caetano dos Santos e Antônio Ferreira da Silva. Inicialmente recebeu o nome de Água Preta por serem de coloração escura as águas do rio que banha a localidade. Em 1º de janeiro de 1914 foi inaugurada em Água Preta a estação ferroviária, que teve como primeiro agente Afrânio Calasans Amorim. Um ano depois se deu a inauguração da agência postal e Frei Lucas iniciou a construção da Igreja Matriz. O povoado de Água Preta foi a 10 de agosto de 1922, elevado à condição de sede do distrito do mesmo nome. Passou a chamar-se Uruçuca.

ESTAÇÃO DE URUCUTUCA

A estação de Urucutuca teria sido inaugurada em 1910, na linha que teve autorizada sua abertura provisória pelo Governo do Estado da Bahia. Em 1932 já era citada em guias. Seu nome, em 1962, aparecia em guias como Baleia e como Urucutuca. Foi desativada por volta de 1964, com a ferrovia.

Este histórico foi possível, graças às consultas bibliográficas:

Ralph Mennucci Giesbrecht
Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil de 1960
Manoel Ursino Tenório de Azevedo Junior
Luiza Heine
José Nazal.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b Luiz Mott«Bahia: inquisição & sociedade». Google Books. p. 173. Consultado em 30 de agosto de 2016
  2. ↑ Ir para:a b «Divisão Territorial do Brasil»Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008
  3. Ir para cima IBGE. «Área territorial oficial». Consultado em 29 de julho de 2015
  4. ↑ Ir para:a b «Estimativa populacional 2014 IBGE»Estimativa populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2014
  5. Ir para cima «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 07 de agosto de 2013 Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  6. Ir para cima Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Ilhéus – BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 4 de março de 2014
  7. ↑ Ir para:a b «Produto Interno Bruto dos Municípios – 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 31dez. 2012 Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  8. Ir para cima BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  9. Ir para cima Portal São Francisco. Disponível em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/cacau/cacau-4.php. Acesso em 4 de abril de 2013.
  10. Ir para cima FOLGUEIRA, Manoel Rodrigues. Álbum Artístico, Commercial e Industrial do Estado da Bahia. Rio de Janeiro: Edição Folgueira, 1930.
  11. Ir para cima Cia. da notícia. Disponível em http://www.ciadanoticia.com.br/v1/tag/cepec/. Acesso em 4 de abril de 2013.
  12. Ir para cima «ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE ILHÉUS, BAHIA, BRASIL»(PDF). Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (CEPLAC). 04 de janeiro de 2010. Consultado em 04 de janeiro de 2010 Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  13. ↑ Ir para:a b «BDMEP – Série Histórica – Dados Diários – Temperatura Mínima (°C) – Ilhéus»Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de agosto de 2015
  14. ↑ Ir para:a b «BDMEP – Série Histórica – Dados Diários – Temperatura Máxima (°C) – Ilhéus»Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de agosto de 2015
  15. Ir para cima «BDMEP – Série Histórica – Dados Diários – Precipitação (mm) – Ilhéus»Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de agosto de 2015
  16. Ir para cima «BDMEP – Série Histórica – Dados Horários – Umidade Relativa (%) – Ilhéus»Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de agosto de 2015
  17. Ir para cima «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  18. Ir para cima «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  19. Ir para cima «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  20. Ir para cima «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  21. Ir para cima «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  22. Ir para cima «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  23. Ir para cima «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2014Cópia arquivada em 4 de maio de 2014
  24. Ir para cima «IBGE Cidade@». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 25 jan. 2012
  25. Ir para cima Bahia Econômica. Ilhéus quer ser destino nacional dos amantes do chocolate. Acesso em 4 de abril de 2014.[fonte confiável?]

Bibliografia

Jornaldoradialista.com/

Veja Também

Papagaio faz compra na Amazon imitando voz da dona, em Londres

POR O GLOBO 20/09/17 – 11h24 | Atualizado: 20/09/17 – 11h40   LONDRES — A dona de um papagaio ...

%d blogueiros gostam disto: