segunda-feira , 18 dezembro 2017
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Cardiologistas estabelecem taxas mais rígidas de controle do colesterol ruim

Sociedade Brasileira de Cardiologia reduz taxas aceitáveis de colesterol

Sociedade Brasileira de Cardiologia reduz taxas aceitáveis de colesterol

Cardiologistas brasileiros tornaram mais rígidos os parâmetros para o controle do LDL, o “colesterol ruim”.

Indivíduos com risco altíssimo de evento cardíaco deverão manter a taxa de colesterol abaixo de 50 miligramas por decilitro de sangue. Antes, bastava ficar abaixo de 70.

A maioria dos indivíduos presente nesse grupo de risco “muito alto” já passou por um infarto ou derrame, por exemplo. Também estão nesse grupo aqueles que tiveram a perna amputada por doença na artéria.

As mudanças são necessárias para prevenir novos episódios graves nesses pacientes, diz a Sociedade Brasileira de Cardiologia, entidade que alterou as diretrizes no Brasil.

De acordo com estudo realizado pela instituição, 67% dos brasileiros desconhecem que têm taxas altas de colesterol.

Novos parâmetros para valores do colesterol ruim vão afetar tratamento (Foto: Agência CNT)

Novos parâmetros para valores do colesterol ruim vão afetar tratamento (Foto: Agência CNT)

Outras mudanças

Taxas de colesterol total também foram alteradas: de 200 para 190. Também mudaram os parâmetros para o “colesterol bom” (HDL): de 60 para 40.

Indivíduos com risco alto, como os hipertensos, devem continuar a manter as taxas abaixo de 70. Para aqueles que não possuem fatores de risco, a taxa deve se manter abaixo de 130.

As novas diretrizes foram publicadas em documento da Sociedade Brasileira de Cardiologia no dia 8 de agosto e servirão também para tornar o tratamento mais rígido.

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